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Orçamento municipal aprovado pela maioria socialista

[caption id="attachment_8402" align="alignleft" width="300"]A Câmara Municipal mantém a aposta na redução do endividamento municipal / Foto: Direitos Reservados A Câmara Municipal mantém a aposta na redução do endividamento municipal / Foto: Direitos Reservados[/caption]

As Grandes Opções do Plano e Orçamento da Câmara Municipal de Gondomar para 2017 foram aprovadas, no dia 31 de outubro, em reunião do executivo municipal.

O Município de Gondomar vai manter a aposta na redução do endividamento municipal a um ritmo superior ao legalmente exigido. Esta é a principal novidade das Grandes Opções do Plano (GOP) e Orçamento para 2017 aprovados em reunião da Câmara de Gondomar.

A proposta aprovada contou com dois votos contra (um do PSD e outro da CDU) e duas abstenções (do PSD), tem um valor superior a 91 milhões de euros (mais de 13 milhões de euros do que no ano em curso).

“Aquele acréscimo está diretamente relacionado com a inclusão no orçamento de investimentos relacionados com fundos comunitários, nomeadamente as verbas do Pacto de Desenvolvimento Coesão Territorial e do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, ambos instrumentos do Portugal 2020. O mais emblemático de todos esses investimentos será a construção do intercetor de rio Tinto”, refere a autarquia gondomarense, em comunicado.

A Cidade Europeia do Desporto (CED) 2017, título atribuído a Gondomar, merecerá também um foco especial no GOP 2017. Segundo a nota enviada à imprensa, o Município encara o CED 2017 como “uma oportunidade de afirmação do território e das suas gentes”.

Município de Gondomar abdica de 4,5 milhões de euros do IMI O Município de Gondomar aprovou a manutenção das taxas do IMI que vêm sendo aplicadas desde 2014, com um voto contra do PSD e duas abstenções do partido social-democrata.

Assim, no próximo ano serão novamente aplicadas as taxas de 0,35% aos prédios urbanos localizados nas freguesias de Baguim do Monte, Fânzeres e São Pedro da Cova, Gondomar (São Cosme), Valbom, Jovim e Rio Tinto, e de 0,30% aos prédios da Lomba e das freguesias da Foz do Sousa e Covelo e Melres e Medas. “Gondomar é o único Município do País com taxas diferenciadas para os seus territórios, aplicando critérios de discriminação positiva para os territórios mais desfavorecidos”, acrescenta a nota do Município.

CDU lamenta ausência de um “projeto de mudança estrutural” A CDU votou contra a proposta do GOP 2017. Ao Vivacidade, Joaquim Barbosa, vereador eleito pela CDU, lamenta “que ainda não tenha sido desta vez que foi apresentado aos gondomarenses um projeto de mudança estrutural coerente e consistente de que o Município necessita”.

Os vereadores do PSD não prestaram declarações sobre esta matéria.

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