O "Jamboree no Ar" regressou à Quinta das Freiras com o imaginário em que o tema foi o filme “Encanto”. A iniciativa contou com 150 escuteiros/escoteiros e juntou os três grupos/agrupamentos de Rio Tinto. Este ano contaram ainda com um grupo do Marco de Canaveses.
É uma atividade internacional que se realiza em todo o mundo, pelas mais variadas associações e em Rio Tinto “juntaram os três grupos escuteiros/escoteiros, pelo quinto ano, para organizar e convidamos agrupamentos de fora como o grupo do Marco de Canaveses. Convidamos as pessoas para participarem na atividade, ou simplesmente podem aparecer no dia e participar. No caso do 237 de Marco de Canaveses há uma amizade com o um dos grupos que organizam e perguntaram se podiam participar e nós dissemos que sim”, afirma Manuel Marques, do grupo de Escuteiros.
A iniciativa conta sobretudo com jogos de comunicação utilizando os diversos meios. “Podemos utilizar o rádio, que é o JOTA o, e também por computadores que é o JOTI. Fizemos apenas o JOTA que só utilizamos o rádio. E, portanto, vão ter jogos com morse, homógrafo, com uma pista de obstáculos, rapel, e depois tem jogos relacionados com o imaginário, e este ano o filme era o Encanto”, refere Ana Gonçalves, da organização.
O objetivo desta atividade era descobrir o dom de cada um no grupo. “As atividades que desenvolvemos com a questão do rádio e com a comunicação, cada um vai ter uma história baseada no imaginário. Somos nós que preparamos da atividade, criar umas cadernetas e uns autocolantes que iam ganhando em cada um dos postos, eles vão fazendo as atividades, mas têm alguns desafios para cumprir”, esclarece Filipa Pereira.
Para fazerem parte do grupo de escuteiros/escoteiros podem sempre entrar em contacto na catequese, na igreja católica, se for do CNE, se for AEP poderão entrar em contacto e estão abertos a qualquer tipo de religião.
No CNE há uma quota anual que inclui seguro e cada agrupamento decide se tem uma quota mensal ou não, ou se se baseia na recolha de fundos que façam na comunidade. A AEP funciona da mesma forma. O objetivo do valor é comprar os materiais para as atividades, ou nas angariações de ganham dinheiro para as fazerem ou também têm um custo para fazer uma saída. “Nós tentamos que os jovens que têm algumas dificuldades financeiras nós tentamos sempre ajudar da melhor forma. Ninguém deixa de fazer uma atividade por falta de dinheiro”, refere Manuel Marques.
A presidente da Junta de Freguesia de Rio Tinto, Claúdia Nogueira, e também escuteira/escoteira afirma que “Integrar um grupo de escuteiros/escoteiros muda muita coisa, eles tornam-se muito mais autónomos. acontecer para que eles se preocupem com os telemóveis. Acho que o mais importante é percebermos a diferença que faz no mundo o escutismo e percebermos que os jovens estão cada vez melhores é perceber que estamos a trabalhar na mesma coisa. É dar um futuro melhor. E acho que tudo se liga. É uma missão. Gosto muito do escutismo, aprendemos muito com eles, temos de perceber o que os move e ajudá-los a crescer”.
A presidente reforça também a importância da utilização dos espaços púbicos em Rio Tinto. “Enquanto movimento escutista a Freguesia tem três agrupamentos / grupos dependendo se são da AEP ou do CNE e acima de tudo é oferta formativa para os jovens que os permite capacitar para serem pessoas mais sensíveis e preocupadas com o planeta, responsabilidade social, que para mim é extremamente importante”.