Concelho de Gondomar Desporto

GONDOMARENSES ADEREM AO PROJETO DESPORTO VAI À PORTA

O projeto da Câmara Municipal de Gondomar: Desporto Vai à Porta, que termina no próximo dia 17 de Março, tem como propósito unir a comunidade gondomarense em torno da prática desportiva. Levando-a, também, até às comunidades jovens e séniores que não tenham oportunidade de o praticar devido às diversas circunstâncias.

Para o Vereador, José Fernando Moreira, esta iniciativa, realizada através dos fundos do PRR, alia o desporto ao bem-estar. “É sem dúvida uma iniciativa que promove a saúde. A prática desportiva é um dos motores para que o nosso organismo esteja em constante movimento e regeneração fazendo quem o pratica, essencialmente as pessoas com mais idade, poupem dinheiro em medicação. Temos visto isso com as consecutivas e diversas atividades que temos feito ao longo dos vários pontos do concelho de Gondomar e as pessoas pedem-nos que continuemos a fazê-lo. É uma aposta ganha para Gondomar e para os gondomarenses”. 

Fomos assistir a duas atividades desta iniciativa, uma ação de esclarecimento sobre envelhecimento ativo, na Universidade Sénior de Gondomar, com o professor designado Bruno Soares e a uma aula de ciclismo, promovida pelo professor Vitor Vigário, no Pavilhão de Carreiros, em Rio Tinto.

A aprendizagem do ciclismo ou o simples andar de bicicleta, normalmente, é feita pelos pais, contudo muitos não têm essa hipótese e estas aulas, promovidas por este projeto, ensinaram isso mesmo: andar de bicicleta. Para o professor Vitor Vigário “é muito importante dar oportunidade às crianças que não têm possibilidades devido aos custos elevados de experienciar esta modalidade. Pretendemos que seja uma experiência que levem para a vida, mas sobretudo que saberem andar de bicicleta porque lhes permite fazer longas distâncias, fazer trilhos, e que tenham esse gosto de praticar desporto na natureza. Porque a bicicleta permite-lhes isso”. 

 

Na ação de esclarecimento, os séniores da União de Freguesias de Gondomar (S.Cosme), Valbom e Jovim, conseguiram perceber que o envelhecimento ativo não está intrinsecamente ligado a uma prática desportiva intensa. “O envelhecimento ativo não é propriamente fazer uma caminhada intensa, tem de ser algo natural, que nos acompanha no dia-a-dia, seja a simulação de uma atividade de pesca seja a simulação de andar de bicicleta. Isto permite manter os dois domínios a parte física e a parte cognitiva. Cada vez mais o poder local tem de estar junto da comunidade e é isso que esta iniciativa tem promovido”, refere o professor Bruno Soares. 

Este projeto leva às comunidades a prática de desporto acompanha por técnicos e feitas à medida de cada um, visto que são analisados por um profissional de saúde para terem conhecimento das suas limitações. 

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