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“Dilúvio” em cena no Auditório Municipal nos dias 5, 6 e 7 de abril

[caption id="attachment_16883" align="alignleft" width="300"]Dilúvio - março 2019 A peça é encenada por Diogo Freitas (ao centro) / Foto: Pedro Santos Ferreira[/caption]

É a partir da “Ilha Flutuante” e “Noé”, de Ricardo Neves-Neves, que irá surgir a peça “Dilúvio”, encenado por Diogo Freitas. O espetáculo é o resultado da 2ª residência artística produzida pelos in skené – Companhia de Teatro.

O “FORA”, designação da 2ª Residência Artística dos in skené e do Município de Gondomar, vai dar origem ao espetáculo “Dilúvio”, encenado por Diogo Freitas, que irá estrear no dia 5 de abril, no Auditório Municipal de Gondomar. A peça vai fundir os textos “Ilha Flutuante” e “Noé” de Ricardo Neves-Neves.

“Fui desafiado pelos in skené e está a ser um processo muito gratificante. A Câmara de Gondomar e os in skené estão a oferecer-nos esta oportunidade de criar um espetáculo a partir do zero. Isto sim, é a real descentralização que é necessária na Cultura. Muita gente já me disse que desconhecia este projeto em Gondomar, mas é importante que saibam que aqui há uma verdadeira aposta cultural”, começa por dizer Diogo Freitas, criador de “Dilúvio”.

O mentor do projeto convocou duas atrizes, um músico, figurinos, um assistente à criação e um desenhista, para dar corpo ao espetáculo.

Para a dupla de atrizes que vai subir ao palco no início do próximo mês, a residência artística “está a ser um processo muito enriquecedor, aberto e com oportunidade de experimentar”.

“Os in skené estão a ser muito bons connosco, porque estão a ceder-nos o seu espaço. Ao mesmo tempo está a acontecer tudo muito depressa e isso é um pouco assustador, sabermos que está quase a estrear”, afirma Ana Pessoa.

Já João Ferreira, diretor artístico dos in skené, desafia o Município para uma 3ª edição da residência artística “com um anúncio mais antecipado sobre as condições que oferecemos, para que isto se possa tornar algo mais próximo de um concurso”. “Queremos que este projeto cultural tenha continuidade”, garante o responsável.

Da parte do Município, Luís Filipe Araújo, vereador da Cultura, garante que há intenção de “manter o apoio à criação artística em Gondomar, através da criação de redes com outros locais culturais”.

“Sabemos que os orçamentos são reduzidos, mas acreditamos que este projeto tem características para concorrer ao apoio da DGArtes. Além disso, queremos potenciar o Auditório Municipal de Gondomar, porque o equipamento deve ser rentabilizado”, refere o autarca.

Os bilhetes para “Dilúvio” estão à venda na bilheteira do Auditório Municipal de Gondomar e variam entre os cinco e os oito euros.

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