Desporto Rio Tinto

Gondomarenses são campeãs mundiais de Hip Hop

Ana Soares, gerente de um centro de estudos em Rio Tinto, começou a inserir aulas de dança no seu espaço com a ajuda da irmã Liliana Soares. Os treinos são feitos no centro de estudos, onde a sala é preparada para que tenham as aulas e estejam prontas para as competições.

“Quando abri o centro de estudos queria ter aulas extracurriculares, como aulas de dança, música, informática e para aulas de dança.  Acabamos por levar as coisas mais a sério e em vez de ser só uma aula extracurricular, quisemos investir mais nessa área, até há meninas que querem profissionalizar-se nessa área. Ensaiam bastante e acabam por praticar mais consoante a modalidade que praticam, elas costumam fazê-lo aqui e entre elas já combinam para ensaiar também. É um grupo bastante unido já se conhecem há muito tempo”, refere Ana Soares. 

Abriram a modalidade em 2018, organizaram as aulas em 2019 e mesmo na altura da pandemia tinham aulas online. A partir de 2022 e 2023 iniciaram este processo de ir a competições. “Em 2024 participamos no All Dance, campeonato mundial, e elas passaram diretamente da fase de grupos para a fase final porque tiveram uma pontuação muito alta. O desafio maior, porque é em Orlando, tivemos de trabalhar muito, fizemos muitos espetáculos e fomos arranjar patrocinadores e conseguimos durante 2 anos consecutivos. Em 2024 ficamos em segundo lugar e e este ano conseguimos sagrar-nos campeãs de hip hop”, afirma. 

A escola tem várias modalidades de dança, como a contemporâneo, lirical jazz, acrodance, que mistura a ginástica, com a dança e o contemporâneo, hip hop, urban, house. 

“O que é “triste”, aqui na Junta de Rio Tinto nós pedimos ajuda nem que fosse só para a cedência de espaços para fazermos espetáculos para angariar fundos, e não conseguimos nenhuma ajuda, nem da Junta, nem da Câmara. Os pequenos negócios é que nos ajudaram. Nem a federação nos ajudou, foi tudo por conta própria”, confessa. 

Ana Leonor Martins uma das campeãs mundiais de Hip hop afirmou ao nosso jornal que “a viagem até Orlando foi uma experiência muito marcante no meu percurso na dança. Participar numa competição internacional nos Estados Unidos foi algo que sempre vi como um grande objetivo e estar lá, a competir com bailarinos de vários países, foi ao mesmo tempo desafiante e motivador. Estar em Orlando e subir a um palco internacional foi o resultado de vários anos de trabalho e dedicação à dança. Ao longo do meu percurso tenho aprendido a importância da disciplina, dos ensaios e da evolução constante, tanto a nível individual como em grupo. Esta competição permitiu-me perceber o quanto cresci e aplicar tudo o que tenho vindo a desenvolver ao longo do tempo.

Competir fora de Portugal trouxe uma experiência diferente, não só pelo nível da competição, mas também pelo ambiente e pela forma como a dança é vivida noutros países. Foi uma oportunidade para ganhar mais experiência, confiança e aprender com outros bailarinos. A viagem até Orlando foi uma experiência muito marcante no meu percurso na dança. Participar numa competição internacional nos Estados Unidos foi algo que sempre vi como um grande objetivo e estar lá, a competir com bailarinos de vários países, foi ao mesmo tempo desafiante e motivador. Estar em Orlando e subir a um palco internacional foi o resultado de vários anos de trabalho e dedicação à dança. Ao longo do meu percurso tenho aprendido a importância da disciplina, dos ensaios e da evolução constante, tanto a nível individual como em grupo. Esta competição permitiu-me perceber o quanto cresci e aplicar tudo o que tenho vindo a desenvolver ao longo do tempo. Competir fora de Portugal trouxe uma experiência diferente, não só pelo nível da competição, mas também pelo ambiente e pela forma como a dança é vivida noutros países. Foi uma oportunidade para ganhar mais experiência, confiança e aprender com outros bailarinos”.

Gabriela Gonçalves confessou o nervosismo antes da prova, “mas passado algumas horas quando disseram que nos ganhamos eu fiquei muito feliz. Foi um momento muito especial para mim e uma sensação muito boa de estar noutro país”.

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