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Filipa Costa: “O livro tenta passar a importância de lutarmos pelos nossos sonhos”

[caption id="attachment_10496" align="alignleft" width="300"]Filipa Costa - setembro 2017 Filipa Costa é a autora do livro "Animais Excecionais" / Foto: Pedro Santos Ferreira[/caption]

Filipa Costa, 34 anos, é a autora do livro “Animais Excecionais”, obra de literatura infantil e o primeiro projeto literário da professora que reside em Gondomar. O livro foi ilustrado por Nuno Dionísio e lançado pela Chiado Editora. 

Quando surge esta vontade de escrever poesia? Sempre tive o gosto pela escrita, sobretudo pela rima. Sou professora e por vezes é necessário ajudar os meus alunos a escrever. No entanto, a vontade de escrever literatura infantil despertou quando fui mãe, porque desde que engravidei já inventava histórias para o meu filho. Ele achava muita piada e continua a achar [risos].

Foi assim que comecei a criar histórias novas e a guardá-las na gaveta. Contudo, um dia pensei que poderia transmitir essas histórias a outras crianças, desafiei o meu primo a ilustrar o livro e contactei algumas editoras. A Chiado Editora gostou da minha proposta e decidiu editar o livro.

Este livro acaba por ser um projeto familiar... Sem dúvida. Isso só dá um orgulho maior ao ver o resultado final. É sinal que metemos os pés ao caminho, tentamos e conseguimos. São essas mensagens que tento incutir nas minhas histórias. Se nos esforçarmos conseguimos alcançar os nossos objetivos.

Porquê a escolha do título “Animais Excecionais”? Como o próprio título indica, são histórias em que as personagens principais são os animais. Optei por inserir 10 histórias nesta edição, curtas e sucintas, mas que passam uma mensagem às crianças. Estes animais têm características fora do vulgar: um leão vegetariano, um pinguim que sonha voar e quer ser astronauta, um caracol que quer ser atleta... e estas características transpõem-se para a vida real.

O livro tenta passar a importância de lutarmos pelos nossos sonhos.

Que cuidados são necessários à escrita dirigida ao público infantil? Uma das particularidades que a editora sublinhou foi o facto deste livro não infantilizar a criança. Procuro explicar as coisas, utilizo palavras mais complexas e que os leva a procurar os significados. Julgo que isso é importante para as crianças. Além disso, é importante que exista humor de uma forma subtil. A vida sem humor não tem piada.

O livro foi apresentado na Biblioteca Municipal de Gondomar. Foi um momento importante para si? Sim, foi muito importante. Não nasci em Gondomar mas vivi grande parte da minha vida neste concelho. Recordo-me que nesse dia tive casa cheia e correu tudo bem.

Recentemente estive presente na Feira do Livro do Porto e tenho feito muitas apresentações nas escolas e infantários.

O livro está disponível nas principais livrarias.

Esta é uma aventura isolada na escrita ou tenciona dar continuidade? Eu publiquei 10 histórias, mas tenho mais por editar, por isso julgo que será para continuar.

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