Nuno Pontes Opinião Vozes da Assembleia Municipal

COMO DIRIA ANTÓNIO GUTERRES, É FAZER AS CONTAS

Dia 30, teremos novamente eleições legislativas.

Isto acontece depois de mais uma vez, os socialistas não conseguirem cumprir os 4 anos da segunda legislatura para a qual foram eleitos.

Já tinha sido assim com António Guterres, José Sócrates e agora para não fugir à regra, António Costa.

António Guterres governou 6 anos e pouco, José Sócrates governou 6 anos e pouco... e imaginem António Costa governou 6 anos e pouco.

Nos últimos 27 anos, os socialistas governaram-nos mais de 19 anos. Mas a cereja no topo do bolo, foi desde 2015, governarem em geringonça, com a extrema esquerda.

E os resultados estão à vista.

Em 20 anos, Portugal foi ultrapassado por 4 economias do antigo bloco de leste (Estónia, Lituânia, República Checa e Eslovénia).

Cada vez mais o país empobrece, e a classe média tende a desaparecer.

Temos um país onde a justiça é anedótica, basta ver José Sócrates a correr pela marginal da Ericeira, ou a fuga de João Rendeiro para a África do Sul.

Temos a maior carga fiscal de sempre, temos os combustíveis mais caros de sempre.

Temos um país onde um bandido é louvado com uma selfie e um polícia é repreendido por fazer bem o seu trabalho.

São apenas alguns casos do desgoverno que esta gente nos habituou.

Em 2019, com o aparecimento do CHEGA, começamos a colocar o dedo na ferida, e hoje, pelas sondagens, somos a 3ª força política deste país.

Isto porque queremos menos cargos políticos pagos pelos contribuintes; queremos o aumento das penas para crimes de corrupção; defendemos a autoridade dos professores; queremos pensões dignas para os nossos idosos, menos dinheiro para o estado e mais apoio às empresas e famílias; defendemos prisão perpétua para crimes de homicídio e violação; apoiamos as nossas forças de segurança; defendemos direitos e deveres iguais para as minorias; queremos reforçar o SNS.

Escusado será vir com aqueles clichés e soundbites dos racistas, dos xenófobos e dos fascistas, porque os portugueses já não vão em cantigas de embalar.

Isso é apenas a defesa dos partidos do sistema, habituados às negociatas, aos conluios, aos nepotismos e à corrupção.

Somos apenas portugueses de bem, preocupados , pois não fomos nós que governamos Portugal nos últimos 47 anos, e o deixamos neste pobre estado.

Connosco o sistema vai tremer. ■

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