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CCDR-N iniciou apuramento exato de resíduos perigosos

[caption id="attachment_8702" align="alignleft" width="300"]Resíduos Perigosos de São Pedro da Cova - dezembro 2016 A remoção dos resíduos perigosos poderá entrar na 2ª fase / Foto: Arquivo Vivacidade[/caption]

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) iniciou, no dia 29 de novembro, novas sondagens para o apuramento exato da quantidade de resíduos perigosos em São Pedro da Cova.

A remoção dos resíduos perigosos de São Pedro da Cova conheceu uma nova fase no final do mês passado, após ter sido iniciado o processo de apuramento exato da quantidade de resíduos existentes na freguesia.

A operação é da responsabilidade da CCDR-N e resulta da vigília organizada pela União das Freguesias de Fânzeres e São Pedro da Cova, no dia 25 de novembro.

A iniciativa contou com a presença de centenas de pessoas e do executivo da Câmara Municipal de Gondomar.

“Era necessário dar este passo e avançar com a quantificação exata dos resíduos existentes no local. Estas sondagens que agora iniciaram eram uma etapa que faltava para este processo ser concluído e é fundamental que não se cometam os erros do passado”, afirmou Daniel Vieira, presidente da União de Freguesias de Fânzeres e São Pedro da Cova.

A par do início do apuramento exato dos resíduos perigosos foi também anunciada a visita de João Matos Fernandes, ministro do Ambiente, ao local no início do próximo ano.

“Esperamos que o ministro do Ambiente traga consigo um calendário para a resolução definitiva do problema, contudo, não podemos deixar de registar que isto só acontece mais de um ano após a tomada de posse do atual Governo”, lamenta o autarca.

Ao Vivacidade, Daniel Vieira admite ainda que os novos avanços “não descansam o executivo da União das Freguesias, que continuará a desenvolver todos os esforços para a resolução definitiva deste grave problema”.

Recorde-se que os resíduos perigosos são provenientes da Siderurgia Nacional, num caso que remonta a 2001/2002. Entre outubro de 2014 e maio de 2015 foi realizada uma primeira remoção, num investimento superior a 13 milhões de euros, 85% provenientes de fundos europeus.

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