Gondomar (S. Cosme), Valbom e Jovim Política

A candidatura da União das Freguesias de Gondomar-São Cosme, Valbom e Jovim ao Fundo Ambiental foi aprovada para financiamento

Pelo segundo ano consecutivo, a União das Freguesias de Gondomar-São Cosme, Valbom e Jovim candidatou-se ao Fundo Ambiental e depois de ter ficado em segundo lugar a nível nacional em 2018, conseguiram a primeira posição neste ano recebendo o financiamento de cerca de 25 mil euros. Em dezembro de 2017, o Governo aprovou o Plano de Ação para a Economia Circular (PAEC) no seguimento de ter definido como prioritária na sua ação em matéria de políticas públicas de ambiente, iniciando o percurso para a transição do desenvolvimento económico com base, numa economia linear para um modelo de desenvolvimento assente na economia circular. Em 2018, o Governo, através do Fundo Ambiental publicou o Aviso JUNTAr com financiamento de 1 milhão de euros, dirigidos às Juntas de Freguesia, com uma taxa máxima de cofinanciamento de 85%, até um valor máximo de 25 mil euros. Este ano, o Fundo Ambiental publicou o Aviso JUNTAr +, cujos beneficiários são as Juntas de Freguesia que devem apresentar projetos que implementem soluções locais de economia circular, demonstrando os benefícios económicos, sociais e ambientes associados. Depois de já no ano passado a União das Freguesias de Gondomar-São Cosme, Valbom e Jovim ter-se candidatado ao Fundo Ambiental ficando só atrás da freguesia de Benfica, o presidente da união das freguesias António Braz falou sobre a recandidatura deste ano e do projeto que conquistou o primeiro lugar. “Nós recandidatámo-nos com um projeto de reutilização de equipamentos, a economia circular. Fizemos com a Lipor um projeto para a requalificação e também integrado no Fundo Ambiental de pequenos e médios eletrodomésticos”. A candidatura da união de freguesias cumpriu todos os critérios de elegibilidade e em consequência do primeiro lugar, fomos contemplados com o valor de financiamento de 24 891,05€ de um valor global do projeto de 43 005,83€. Para António Braz, o objetivo do projeto de reutilização de eletrodomésticos está bem definido. “As pessoas quando têm um eletrodoméstico avariado nós vamos buscar e depois disponibilizamos às pessoas a custo quase zero ou mesmo zero, só cobraremos as despesas de transporte. Quer na sensibilização, quer no próprio fornecimento de alguns produtos que seriam deitados para o lixo, nós vamos tentar que eles sejam reutilizados e que tenha uma vida útil maior”. Para António Braz o ambiente é um “ponto importantíssimo nas nossas vidas” e é esse o motivo dos “investimentos e candidaturas ligadas ao ambiente”. O projeto deverá entrar em vigor até ao final do ano e António Braz deixou a promessa de que até ao final do ano estarão no terreno com ações concretas. ■  

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